Como duram!
Já não aguento mais as regras joseenses. Preciso voltar pra casa. AGORA!
29 de jan. de 2009
Bom humor
Sorrir é o melhor remédio para gripes, tosses e pessoas chatas. Sim! No fundo, toda pessoa muito sorridente é muito chata. E isso não é diferente comigo!
Mas pq as pessoas que não tem nada a ver com qualquer um dos meus problemas devem ser alvo da minha malevolência? Oras! Elas não devem! Por isso, sorrio de tudo, para tudo e de todos! Pois sorrir é a melhor forma de deixar em casa, guardado dentro de uma caixa, embaixo da minha cama, qualquer resquício de mau humor.
E ponto.
Tags: não, aguento, mais, ficar, de, férias.
Música do momento: História de uma gata (Pq nós, gatos, já nascemos pobres!)
Mas pq as pessoas que não tem nada a ver com qualquer um dos meus problemas devem ser alvo da minha malevolência? Oras! Elas não devem! Por isso, sorrio de tudo, para tudo e de todos! Pois sorrir é a melhor forma de deixar em casa, guardado dentro de uma caixa, embaixo da minha cama, qualquer resquício de mau humor.
E ponto.
Tags: não, aguento, mais, ficar, de, férias.
Música do momento: História de uma gata (Pq nós, gatos, já nascemos pobres!)
3 de jan. de 2009
Cabô
Muita disposição é necessária para que eu me convença de que o Natal não é uma festa fútil e chata. Tá, tá, tá, tem sim aquele papo super maneiro do nascimento de Cristo e coisa tal mas que NINGUÉM mais celebra (exceto padres e afins).
Por mais que o mundo todo arme presépios de porcelana e cantem "Noite Feliz", quando o relógio marca meia-noite, todo mundo se preocupa em soltar fogos de artifício, beber, comer e o pior: abraçar falsamente. E isso é o que mais me irrita.
Sob a justificativa de que o Natal é tempo de perdão e amor (!) as pessoas que se odiaram por um ano inteiro abraçam, beijam e amassam! Por Deus! No dia 26 tudo isso vai por água abaixo e tudo começa de novo. Com todas as minhas forças, somente aguardo o Natal com certa vontade por causa das comidas deliciosas!
Por outro lado, como festa pagã que é, amo o ano novo! Nessa data admito certas incoerências... No ano novo muita coisa faz sentido e é isso que importa!
No final das contas, desejo dias melhores, independentemente do dia do ano pois, pra mim, o Carnaval é que é maneiro!
Por mais que o mundo todo arme presépios de porcelana e cantem "Noite Feliz", quando o relógio marca meia-noite, todo mundo se preocupa em soltar fogos de artifício, beber, comer e o pior: abraçar falsamente. E isso é o que mais me irrita.
Sob a justificativa de que o Natal é tempo de perdão e amor (!) as pessoas que se odiaram por um ano inteiro abraçam, beijam e amassam! Por Deus! No dia 26 tudo isso vai por água abaixo e tudo começa de novo. Com todas as minhas forças, somente aguardo o Natal com certa vontade por causa das comidas deliciosas!
Por outro lado, como festa pagã que é, amo o ano novo! Nessa data admito certas incoerências... No ano novo muita coisa faz sentido e é isso que importa!
No final das contas, desejo dias melhores, independentemente do dia do ano pois, pra mim, o Carnaval é que é maneiro!
26 de nov. de 2008
O dia que fiz greve de mim.
“É hora de dar um basta na rotina e enriquecer seu dia-a-dia com atividades prazerosas. Caso pintem pepinos nas finanças, nada de pânico. Você terá criatividade para virar a situação a seu favor. O que vai lhe fazer bem: abastecer sua Dvdteca com comédias”.
Oras! O dia prometia muito mais do que o horóscopo poderia dizer! O ano novo tinha acabado de começar e a primeira promessa que eu tinha feito era: voltar a ser jovem!
Já fazia mais de um ano que eu não usava minhas camisetas coloridas, não amarrava minha bandana no pulso e nem saía de casa despenteado. Tudo estava mecânico e previsível: botão de camisa, meias pretas, gel no cabelo. E eu tinha 30 anos, mesmo tendo nascido em 1987.
Voltando à promessa de começo-de-ano (não preciso repetir minha paixão por hífens inexistentes, preciso?), cheguei do interior com uma mala na mão, uma idéia na cabeça e um perfume novo. Empurrei a porta do meu departamento e nem liguei o computador. É hoje! Entrei na sala do meu chefe com a cara mais amigável que as novelas das oito poderiam ter me ensinado e sorri um sorriso amarelo de quem tinha acabado de tomar café e disse com todas as letras: QUERO IR EMBORA DAQUI.
Recebi a promessa de que iria. Um dia. Um dia eu iria embora de lá. E fui. Vinte e um dias depois daquele dia. Quantos dias!
Abracei quem tinha de abraçar e quando tive em minhas mãos a carta de demissão, desci para a lanchonete que ficava na esquina da Ipiranga e disse para todos os atendentes: ESTOU INDO EMBORA DAQUI. Pedi um Carlton Red e traguei profundamente. Eu tinha 20 anos mais uma vez.
Nesse momento, uma chuva densa caiu do céu. Deus queria lavar meu passado ou apagar meu cigarro. Conseguiu as duas coisas.
Nunca mais coloquei meus pés naquele lugar.
A partir de então, comecei a preocupar-me com o tênis que eu usaria na manhã seguinte, com as moedas pra comprar o ticket do bandejão e com quem dormir sábado à noite. Somente isso.
E antes que eu esqueça: minha Dvdteca continua a mesma.
Oras! O dia prometia muito mais do que o horóscopo poderia dizer! O ano novo tinha acabado de começar e a primeira promessa que eu tinha feito era: voltar a ser jovem!
Já fazia mais de um ano que eu não usava minhas camisetas coloridas, não amarrava minha bandana no pulso e nem saía de casa despenteado. Tudo estava mecânico e previsível: botão de camisa, meias pretas, gel no cabelo. E eu tinha 30 anos, mesmo tendo nascido em 1987.
Voltando à promessa de começo-de-ano (não preciso repetir minha paixão por hífens inexistentes, preciso?), cheguei do interior com uma mala na mão, uma idéia na cabeça e um perfume novo. Empurrei a porta do meu departamento e nem liguei o computador. É hoje! Entrei na sala do meu chefe com a cara mais amigável que as novelas das oito poderiam ter me ensinado e sorri um sorriso amarelo de quem tinha acabado de tomar café e disse com todas as letras: QUERO IR EMBORA DAQUI.
Recebi a promessa de que iria. Um dia. Um dia eu iria embora de lá. E fui. Vinte e um dias depois daquele dia. Quantos dias!
Abracei quem tinha de abraçar e quando tive em minhas mãos a carta de demissão, desci para a lanchonete que ficava na esquina da Ipiranga e disse para todos os atendentes: ESTOU INDO EMBORA DAQUI. Pedi um Carlton Red e traguei profundamente. Eu tinha 20 anos mais uma vez.
Nesse momento, uma chuva densa caiu do céu. Deus queria lavar meu passado ou apagar meu cigarro. Conseguiu as duas coisas.
Nunca mais coloquei meus pés naquele lugar.
A partir de então, comecei a preocupar-me com o tênis que eu usaria na manhã seguinte, com as moedas pra comprar o ticket do bandejão e com quem dormir sábado à noite. Somente isso.
E antes que eu esqueça: minha Dvdteca continua a mesma.
31 de out. de 2008
Poeta
Poeta fresco adora dedicar poema pros outros. Eu não sou poeta nem fresco, mas dedico este post ao Gustavo que me explicou pq o blog tava parecendo muro de construção, cheio de remendos...
Por este motivo, o blog tá com essa cara de feijã-com-arroz (amo hífens! mesmo que não existam) e esse template fruca. Depois procuro um mais bonitinho.
Por este motivo, o blog tá com essa cara de feijã-com-arroz (amo hífens! mesmo que não existam) e esse template fruca. Depois procuro um mais bonitinho.
Resoluções
Resolvi que vou dedicar um pouco do tempo para descrever as situações e pessoas bizarras que encontro na facul. Mas isso quando eu tiver um pouco de tempo! Volto já.
29 de out. de 2008
13 de set. de 2008
Cadê?
Meu Deus! Faz décadas que eu não passo por aqui.
Mas passei (e se fosse um pré-adolescente, desenharia pegadas).
Milhões de novidades que contarei com calma e vagar.
Que todos tenham ótimos dias!
Mas passei (e se fosse um pré-adolescente, desenharia pegadas).
Milhões de novidades que contarei com calma e vagar.
Que todos tenham ótimos dias!
